26 de nov de 2009

PROGRAMAÇÃO II Encontro Transdisciplinar História e Comunicação SÉRIES URBANAS: CONFLITO E MEMÓRIA

II Encontro transdisciplinar História e Comunicação
SÉRIES URBANAS: CONFLITO E MEMÓRIA


Dias 3 e 4 de dezembro de 2009.
Local: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Promovido por:
Grupo de Pesquisa Comunicação e Cultura: Barroco e Mestiçagem – PUC-SP
Núcleo de Estudos de História Social da Cidade (NEHSC) – PUC-SP

Aberto ao público, com emissão de certificados de participação como ouvinte e de apresentação de trabalho. Para ouvinte, não precisa inscrição prévia.

Programação:

Dia 3/12, quinta-feira – Abertura - Das 14h às 15h30min

Exposições
 O CORPO E A CIDADE – Professora Doutora Helena Katz (PUC-SP).
(das 14h às 14h30min)
 CIDADE, MEMÓRIA E LITERATURA – Professora Doutora Yvone Dias Avelino (PUC-SP).
(das 14h30min às 15h)
 Debate
(das 15h às 15h30min)
Mediador: Professor Doutor Amalio Pinheiro (PUC-SP).
Local: auditório superior do TUCA.

15h30min - Lançamento do livro “O MEIO É A MESTIÇAGEM”, de Amálio Pinheiro (org).

Dia 4/12, sexta-feira – Apresentação de trabalhos – Das 9h às 17h

- Grupo temático 1: COMUNICAÇÃO, CULTURA URBANA E MESTIÇAGEM.
Das 9h às 12h - Sala 522.
- Grupo temático 2: ARTE, MÍDIA E BARROCO.
Das 14h às 17h - Sala 522.
- Grupo temático 3: CIDADE, HISTÓRIA E GRUPOS SOCIAIS.
Das 9h às 12h - Sala 508.
- Grupo temático 4: IMAGEM, MEMÓRIA E TRADUÇÃO.
Das 14h às 17h - Sala 508.

Grupo temático 1: COMUNICAÇÃO, CULTURA URBANA E MESTIÇAGEM
Coordenação: Jurema Mascarenhas Paes.
Horário: das 9h às 13h.
Sala: 522 (Prédio Bandeira de Melo – 5º andar).
Tempo de cada exposição: 10 minutos.

Participantes:
1. São Paulo Flash Gordon.
Autor: Dirceu Martins Alves - Membro do Grupo de Pesquisa Cultura e Comunicação: Barroco e Mestiçagem (CNPq). Doutorando pelo COS-PUC/SP
2. A cidade modernizada: questões acerca do viver urbano, dos conflitos e das memórias.
Autor: Nataniél Dal Moro – Mestrando em História Social na PUC-SP.
3. A informalidade: sistema persistente de criação de territórios na cidade de São Paulo.
Autora: Mila Goudet - Membro do Grupo de Pesquisa Cultura e Comunicação: Barroco e Mestiçagem (CNPq). Doutoranda pelo COS-PUC/SP
4. "Stickers: Inserção e visibilidade no espaço urbano"
Autor: Diogo Andrade Bornhausen - Mestrando em Comunicação e Semiótica
5. Britain Need’s you now! Quando o Estado precisa de seus cidadãos.
Autor: Paulo Cristelli.
6. “Um motivo para fugir, mil motivos para encarar”: a Juventude Libertária e a re-significação do punk – São Paulo 1990-2000.
Autor: Marcelo Fonseca - Mestrando em História Social na PUC-SP.
7. Encontros e desencontros do performático na cena urbana. Um cotejo entre o teatro que experimenta e o performer que pede.
Autora: Marcela Belchior Belchior – Mestranda em Comunicação e Semiótica (PEPGCOS-PUCSP)

> Debate: 15 minutos.

Grupo temático 2: ARTE, MÍDIA E BARROCO
Coordenação: Marcela Belchior.
Horário: das 14h às 18h.
Sala: 522 (Prédio Bandeira de Melo – 5º andar).
Tempo de cada exposição: 10 minutos.

1. Arte Digital nos espaços urbanos latino-americanos: a arquitetura da reconstrução.
Autora: Raquel Rennó.
2. O jogo comunicacional assimétrico do barroco: o mestiço como ponto de fuga.
Autora: Neide Marinho – Doutoranda em Comunicação e Semiótica na PUC-SP.
3. O limite e o excesso neo-barroco no grafite.
Autora: Lourdes Gabrielli – Doutora e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, professora da PUC-SP e Mackenzie no curso de Propaganda e Marketing.
4. Teatro do Oprimido: versões artísticas de memórias e conflitos.
Autor: Anderson Zotesso – Mestrando em Comunicação e Semiótica (PUC-SP).
5. Urbanidade e Fotogenia: o homem imaginário e o sujeito na tela.
Autora: Patrícia Dourado - Mestrado em Comunicação e Semiótica, PUC-SP.
6. A Comunicação na América Latina e o ideal de progresso e modernidade.
Autora: Maria Lúcia Jacobini – Jornalista, economista, mestre em Comunicação e Semiótica e Doutoranda pelo mesmo programa.
7. Raul Seixas, um produtor barroco.
Autora: Cibele Jorge – Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Mestre em Educação, Artes e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.
8. Luiz Gonzaga: música e mestiçagem.
Autora: Jurema Mascarenhas Paes - Doutora em história PUC-SP, cantora, compositora. Grupos de Pesquisa em que atua: Comunicação e Cultura: Barroco e Mestiçagem. - PUC/SP e Núcleo de Estudos de História Social da Cidade – NEHSC.
9. Tuyabaé Cuaá - A sabedoria dos antigos pajés.
Autora: Marlise Borges de Lima - Doutoranda Comunicação e Semiótica PUC/SP, orientanda professora Jerusa Pires Ferreira.
10. O ritual barroco no cerimonial das organizações.
Autora: Silvia Liberatore.

> Debate: 15 minutos.

APRESENTAÇÃO DA PEÇA “JUÍZO”
Horário: 17h.
Local: sala 522 (prédio Bandeira de Melo, 5º andar).

Sinopse: A peça trata das relações de opressão internas e externas entre uma família decadente de classe média (branca) e uma família pobre (negra). A montagem apresenta situações opressivas em cadeia, imbricando os personagens numa teia de tensões cada vez mais intensa e complexa. São discutidos temas como discriminação social/racial e sexualidade na adolescência, sem perder de vista o macro-universo onde estão inseridas. Entre as experimentações estéticas estão o Sistema Curinga aplicado ao Curinga no Teatro Fórum, propiciando a figura do curinga-ator.

Ficha Técnica
Direção: Islaine Garcia / Texto: Anderson Zotesso / Preparação de Ator: Emerson Grotti / Sonoplatia e Iluminação: Islaine Garcia

Elenco: Alex Sandro Duarte, Anderson Zotesso, Cecília Zanquini, Emerson Grotti, Jéssica Ferreira, Kelly Ferreira, Lincoln Generoso, Lucia Pádua, Luis Fernando Navarro.

Duração: 50 minutos.

Grupo temático 3: CIDADE, HISTÓRIA E GRUPOS SOCIAIS
Coordenação: a definir.
Horário: das 9h às 13h.
Sala: 508 (prédio Bandeira de Melo, 5º andar).
Tempo de cada exposição: 10 minutos.

1. Concentração judaica no bairro de Higienópolis, em São Paulo.
Autora: Lucia Chermont – Mestranda em História Social na PUC-SP.
2. Liberdade: um disputa étnica.
Autor: Rafael de Almeida Serra Dias - Mestrando em História Social na PUC-SP, bolsista do CNPq.
3. Imigração subvenionada: política imigratória em São Paulo (1886-1896).
Autora: Kátia Cristina Petri - Mestranda do programa de pós-graduação em História Social da PUC/SP, bolsista CNPQ e membro do NEHSC e NEC.
4. Tereza: a mulher nos espaços baianos.
Autora: Luciana Santos Barbosa.
5. Sertanejas e suas memórias: na trilha da experiência.
Autora: Maria da Conceição Silva Rodrigues - Programa de Pós-Graduação em História Social da PUC-SP.

> Debate: 15 minutos.
> Intervalo: 15 minutos.

6. Memória e esquecimento: as causas e conseqüências do artigo “O Beato José Lourenço e sua ação no Cariri”, de José Alves de Figueiredo.
Autora: Maria Isabel Medeiros Almeida - Jornalista. Mestranda em História Social na PUC-SP.
7. Preservação ou mestiçagem no encontro da TV com o índio.
Autor: Orlando Garcia – Professor de História e Sociologia.
8. O esporte criminalizado: tensões e conflitos na cidade de São Paulo.
Autor: Leonardo Brandão - Doutorando em História pela PUC/SP
9. De “vira-latas” ao “não há quem possa!”: seleção brasileira e identidades (1950-1958).
Autor: Luciano Deppa Banchetti - Aluno do Programa de Estudos Pós-Graduados em História, nível Mestrado, área História Social, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Bolsista do CNPq.
10. O viver na cidade "Ciência e ternura": memórias e identidades de Franco da Rocha (1970- 2008).
Autor: Adilson S. Reis - Mestrando na PUC-SP.
11. A repressão desencadeada pela DOPS e fábrica têxtil Cotonifício Othon Bezerra de Mello e a resistência operária nas décadas de 1940 e 1950 em Recife.
Autora: Arleandra de Lima Ricardo - Mestra em História Social pela PUC-SP (2009), participante dos grupos de pesquisa: Centro de Estudos de História América Latina (CEHAL) e do Núcleo de Estudos de História Social da Cidade – NEHSC.
12. Palco de conflitos: história e memória no contexto de México do século XVI e do XIX.
Autor: Joao Luiz Fukunaga, mestre em História Social pela PUC-SP
> Debate: 15 minutos.

Grupo temático 4: IMAGEM, MEMÓRIA E TRADUÇÃO
Coordenação: Nataniél Dal Moro.
Horário: das 14h às 18h.
Sala: 508 (prédio Bandeira de Melo, 5º andar).
Tempo de cada exposição: 10 minutos.

1. Pantanal na visão da mídia: da inexistência ao paraíso.
Autora: Rosiney Bigatão - Mestranda do Programa de Comunicação e Semiótica da PUC/SP, bolsista pela CAPES e integrante do Grupo de Pesquisa Cultura e Comunicação: Barroco e Mestiçagem (CNPq)
2. Irmãos, é preciso coragem para integrar-se à Festa! - A representação da sociedade interiorana em tempos de “Milagre Econômico” na telenovela Irmãos Coragem (1970-1971)
Autor: Mauricio Tintori Piqueira - Mestrando da Pontifícia Universidade Católica. Membro do Núcleo de Estudos de História Social da Cidade – NEHSC – da PUC/SP.
3. Estereótipos em trânsito da mulher brasileira: uma estratégia midiática ou uma construção metafórica da realidade?
Autora: Lisani Albertini de Souza - Mestranda no programa de Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Orientanda da professora Dra. Christine Greiner e bolsista pela CAPES.
4. O Imaginário Metalista Luso-Brasileiro Colonial: A Serra das Esmeraldas (1646-1683).
Autor: Fabio Paiva Reis – Mestrando em História Social (PUC-SP).
5. De um El Dourado à uma Paris nos Trópicos: Belém um caleidoscópio de imagens 1897-1912.
Autor: Fabricio Herberth.
6. Mestiçagens carnavalescas: o processo de hibridização do carnaval português contemporâneo pelas imagens do “espetáculo” dos desfiles de escola de samba brasileiros.
Autor: José Maurício Conrado Moreira da Silva - Doutorando pelo programa de Comunicação e Semiótica da PUC-SP.

> Debate: 15 minutos.
> Intervalo: 15 minutos.

7. A profecia e seus desdobramentos como elementos diferenciadores na tradução de A casa das sete mulheres.
Autora: Izabelle Cristine Carbonar do Prado - Mestranda no programa de Comunicação e Semiótica da Pontífica Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP.
8. A trilogia ibérica de Bigas Luna: reelaboração e assimilação de elementos barrocos e mestiços.
Autora: Sílvia C. A. Marques - Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo. Membro do grupo de pesquisa Cultura e Comunicação: Barroco e Mestiçagem.
9. O tango e a memória coletiva.
Autor: Vagner Rodrigues – Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e doutorando pelo mesmo programa.
10. O fantástico e o cotidiano nos quadrinhos: traduções e montagens nas histórias de Neil Gaiman.
Autor: Luís Fernando Pereira – Doutorando no Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica (PUC-SP).
11. Tempo e escatologia na representação urbana futurística de Blade Runner (1982)
Autor: Luiz Aloysio Mattos Rangel - Mestrando em História Social pela PUC-SP.
12. Signos da vorazcidade: a comunicação do grotesco em Rubem Fonseca.
Autora: Nelma Aronia Santos – UNEB.

2 comentários:

OTONIEL AJALA DOURADO disse...

SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ: UM GENOCÍDIO 72 ANOS NA IMPUNIDADE!




No CEARÁ, para quem não sabe, houve também um crime idêntico ao do “Araguaia”, contudo em piores proporções, foi o MASSACRE praticado por forças do Exército e da Polícia Militar do Ceará no ano de 1937, contra a comunidade de camponeses católicos do Sítio da Santa Cruz do Deserto ou Sítio Caldeirão, que tinha como líder religioso o beato JOSÉ LOURENÇO, seguidor do padre Cícero Romão Batista.



A ação criminosa deu-se inicialmente através de bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como feras enlouquecidas, como se ao mesmo tempo, fossem juízes e algozes.


Como o crime praticado pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará foi de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO / CRIME CONTRA A HUMANIDADE é considerado IMPRESCRITÍVEL pela legislação brasileira bem como pelos Acordos e Convenções internacionais, e por isso a SOS - DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza - Ceará, ajuizou no ano de 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo que sejam obrigados a informar a localização exata da COVA COLETIVA onde esconderam os corpos dos camponeses católicos assassinados na ação militar de 1937.


Vale lembrar que a Universidade Regional do Cariri – URCA, poderia utilizar sua tecnologia avançada e pessoal qualificado, para, através da Pró-Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa – PRPGP, do Grupo de Pesquisa Chapada do Araripe – GPCA e do Laboratório de Pesquisa Paleontológica – LPPU encontrar a cova coletiva, uma vez que pelas informações populares, ela estaria situada em algum lugar da MATA DOS CAVALOS, em cima da Serra do Araripe.


Frisa-se também que a Universidade Federal do Ceará – UFC, no início de 2009 enviou pessoal para auxiliar nas buscas dos restos dos corpos dos guerrilheiros mortos no ARAGUAIA, esquecendo-se de procurar na CHAPADA DO ARRARIPE, interior do Ceará, uma COVA COM 1000 camponeses.


Então por que razão as autoridades não procuram a COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO? Seria descaso ou discriminação por serem “meros nordestinos católicos”?


Diante disto aproveitamos a oportunidade para pedir o apoio nesta luta, à todos os cidadãos de bem, no sentido de divulgar o CRIME PERMANENTE praticado contra os habitantes do SÍTIO CALDEIRÃO, bem como, o direito das vítimas serem encontradas e enterradas com dignidade, para que não fiquem para sempre esquecidas em alguma cova coletiva na CHAPADA DO ARARIPE.


Dr. OTONIEL AJALA DOURADO
OAB/CE 9288 – (85) 8613.1197
Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
www.sosdireitoshumanos.org.br

aronia@oi.com.br disse...

Olá, Pessoal:

Gostaria de saber se a revista Cordis já tem uma previsão para publicação dos artigos apresentados nesse evento.

Um abraço